
Jean conversou com os jornalistas na sala de imprensa- Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
Titular desde o início do Campeonato Brasileiro, o volante Jean foi o escolhido para conversar com os jornalistas após o término da movimentação no gramado principal. Ao fazer uma avaliação do segundo tropeço consecutivo no torneio nacional, o jogador afirmou que os gols sofridos no começo do primeiro tempo foram fundamentais para determinar o vencedor da partida realizada na Cidade do Aço.
– Tomar um gol com um minuto e sofrer o 2 a 0 com dezoito, abala, querendo ou não, abate. Tínhamos que encontrar forças em nós mesmos para dar a volta por cima. Um jogo bem em cima do outro traz um desgaste maior, mas já estamos sabendo lidar de uma outra maneira. Fizemos um regenerativo mais intenso ainda e certamente chegaremos mais inteiros no jogo da Ponte. Não há justificativa, nossa postura tinha que ter mudado, mas não conseguimos, infelizmente – afirmou o volante.
O rendimento cruzmaltino atuando como mandante caiu bastante desde que o Estádio de São Januário passou a ser impedido de receber partidas. Nos dois jogos que fez no Rio de Janeiro longe do Caldeirão, contra Atlético Paranaense e Cruzeiro, o Almirante acabou sendo derrotado. Jean torce para que o STJD repense a pena e dê ao Vasco a possibilidade de novamente atuar dentro de sua casa.
– Com todo carinho a Volta Redonda, cidade nos acolheu super bem, assim como Pinheral, mas São Januário é São Januário. Nosso caldeirão. Os números falam por si só. O nosso aproveitamento dentro de casa, dentro de São Januário, era algo absurdo. Quem vinha jogar contra nós aqui, sabia o tamanho e o peso que é. Infelizmente, não conseguimos fazer tudo isso ainda em Volta Redonda. Que esse julgamento seja válido para nós, que reduzam a pena. Como disse, São Januário é a nossa casa e fazemos esse apelo para que volte a ser novamente – disse Jean, demonstrando confiança no futuro vascaíno no Brasileirão.
– O torcedor do Vasco tem que entender que nossa mentalidade não está voltada a brigar contra o Z-4, isso nem na nossa cabeça passa. Estamos de olho na parte de cima da tabela, até porque temos um grupo de qualidade, uma torcida imensa. Não estou fazendo média com a torcida, mas é preciso ter noção da dimensão e do tamanho do Vasco, da grandeza do escudo que a gente carrega. Cabe ao nosso time, dentro de campo, chamar a responsabilidade. Todos nós estamos fazendo nosso melhor, para reverter as críticas em críticas construtivas – concluiu.
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